Muitas vezes, ironicamnete, nos perguntamos se o Acre existe. Uma alusão a sua disposição territorial. Mas será que a pergunta mais correta não seria: Até quando o Acre vai existir?
Considerem então, o desmatamento extensivo. De certa forma, ele condena a existência de boa parte do território Acriano.
Pois é, de 1996 a 2004, o desmatamento no estado triplicou e chegou a marca de 995 Km quadrados. Para se ter uma idéia, isso equivale a um desmatamento de uma área correspondente a 14 campos de futebol a cada hora, segundo estudos do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia( Amazon).
O caso se agrava quando há um envolvimento político. A experiência histórica já nos provou como um problema de uma sociedade em questão, bem como seu meio, se torna o aliçerce mais conveniente para que um indivíduo alcançe o poder. O que acontece é que o oportunista molda-se na figura de um "Salvador", aproveitando-se da fragilidade da situação de um estado.
É por esse conceito que nasce a figura de Jorge Viana. Esse homem torna-se governador do Acre( 1999 a 2006) e principal responsável pela catástrofe na floresta Amazônica na região.
Para mim está claro que para vencer o desmatamento em laraga escala e garantir a existência do Acre, é necessário livrar-se primeiramente, do oportunismo de políticos corruptos. E se vocês acham que para por aí enganam-se. É bom ficarmos atento, pois Jorge Viana pode voltar, e dessa vez, seu nome foi cogitado para assumir o cargo de superintendente da Sudam( Superintendência para o desenvolvimento da Amazônia).
terça-feira, 10 de abril de 2007
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