Muitas vezes, ironicamnete, nos perguntamos se o Acre existe. Uma alusão a sua disposição territorial. Mas será que a pergunta mais correta não seria: Até quando o Acre vai existir?
Considerem então, o desmatamento extensivo. De certa forma, ele condena a existência de boa parte do território Acriano.
Pois é, de 1996 a 2004, o desmatamento no estado triplicou e chegou a marca de 995 Km quadrados. Para se ter uma idéia, isso equivale a um desmatamento de uma área correspondente a 14 campos de futebol a cada hora, segundo estudos do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia( Amazon).
O caso se agrava quando há um envolvimento político. A experiência histórica já nos provou como um problema de uma sociedade em questão, bem como seu meio, se torna o aliçerce mais conveniente para que um indivíduo alcançe o poder. O que acontece é que o oportunista molda-se na figura de um "Salvador", aproveitando-se da fragilidade da situação de um estado.
É por esse conceito que nasce a figura de Jorge Viana. Esse homem torna-se governador do Acre( 1999 a 2006) e principal responsável pela catástrofe na floresta Amazônica na região.
Para mim está claro que para vencer o desmatamento em laraga escala e garantir a existência do Acre, é necessário livrar-se primeiramente, do oportunismo de políticos corruptos. E se vocês acham que para por aí enganam-se. É bom ficarmos atento, pois Jorge Viana pode voltar, e dessa vez, seu nome foi cogitado para assumir o cargo de superintendente da Sudam( Superintendência para o desenvolvimento da Amazônia).
terça-feira, 10 de abril de 2007
segunda-feira, 9 de abril de 2007
E você já plantou sua árvore hoje?
Se quando falam de aquecimento global, a imagem que vem na sua cabeça são aquelas chaminés industriais gigantes produzindo fumaça, você está bem enganado. Segundo estimativa da ONU, cada “pessoa física” produz em media 7 toneladas de gás carbônico por ano. A soma de todas as emissões que as pessoas provocam ao ligar o carro, acender o fogão ou comer carne são responsáveis por 0,9% das 7 gigatoneladas anuais que a humanidade joga na atmosfera.
Não é novidade nenhuma que o homem é o grande responsável pelo aquecimento do planeta, mas como nós contribuímos diretamente para isso?
De todo gás carbônico que cada pessoa transmite 40% vem de seu automóvel. Em viagens aéreas, um avião joga no ar 150 quilos de CO2 em 1600 km. A criação de gado é a maior vila ambiental: o gado é responsável por 1/5 do aquecimento global, produz metano durante a flatulência. A reciclagem provoca a emissão de 227 quilos de CO2 por ano. Um fumante emite a mesma quantidade de gás carbônico do que um carro ao fumar 46 cigarros. Sem mencionar as contas de gás, e luz.
Para compensar os efeitos dessa emissão, cada habitante da Terra deveria plantar 38,9 arvores ao ano.
Não é novidade nenhuma que o homem é o grande responsável pelo aquecimento do planeta, mas como nós contribuímos diretamente para isso?
De todo gás carbônico que cada pessoa transmite 40% vem de seu automóvel. Em viagens aéreas, um avião joga no ar 150 quilos de CO2 em 1600 km. A criação de gado é a maior vila ambiental: o gado é responsável por 1/5 do aquecimento global, produz metano durante a flatulência. A reciclagem provoca a emissão de 227 quilos de CO2 por ano. Um fumante emite a mesma quantidade de gás carbônico do que um carro ao fumar 46 cigarros. Sem mencionar as contas de gás, e luz.
Para compensar os efeitos dessa emissão, cada habitante da Terra deveria plantar 38,9 arvores ao ano.
quinta-feira, 29 de março de 2007
Planeta Água
Já que as músicas são os temas dessa semana, eu escolhi a música Planeta Água do Guilherme Arantes, para complementar o nosso blog dessa semana.
Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas no leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas no leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
terça-feira, 27 de março de 2007
Hoje deixarei uma música para reflexão... Os autores são Xororó e Aldemir, porém ela foi gravada por grandes cantores como a dupla sertaneja Rio Negro e Solimões, Baby Consuelo e inclusive Chitãozinho e Xororó.
Planeta Azul
A vida e a natureza sempre à mercê da poluição
Invertem as estações do ano
Faz calor no inverno e frio no verão
Os peixes morrendo nos rios
Estão se extinguindo espécies animais
E tudo que se planta, colhe
O tempo retribui o mal que a gente faz
Onde a chuva caía quase todo dia
Já não chove nada
O sol abrasador rachando o leito dos rios secos
Sem um pingo d'água
Quanto ao futuro inseguro
Será assim de norte a sul
A terra nua semelhante à lua
O que será desse planeta azul?
O que será desse planeta azul?
O rio que desse as encostas já quase sem vida
Parece que chora um triste lamento das águas
Ao ver devastada a fauna e a flora
É tempo de pensar no verde
Regar a semente que ainda não nasceu
Deixar em paz a Amazônia, perservar a vida
E está de bem com DEUS
Planeta Azul
A vida e a natureza sempre à mercê da poluição
Invertem as estações do ano
Faz calor no inverno e frio no verão
Os peixes morrendo nos rios
Estão se extinguindo espécies animais
E tudo que se planta, colhe
O tempo retribui o mal que a gente faz
Onde a chuva caía quase todo dia
Já não chove nada
O sol abrasador rachando o leito dos rios secos
Sem um pingo d'água
Quanto ao futuro inseguro
Será assim de norte a sul
A terra nua semelhante à lua
O que será desse planeta azul?
O que será desse planeta azul?
O rio que desse as encostas já quase sem vida
Parece que chora um triste lamento das águas
Ao ver devastada a fauna e a flora
É tempo de pensar no verde
Regar a semente que ainda não nasceu
Deixar em paz a Amazônia, perservar a vida
E está de bem com DEUS
sexta-feira, 23 de março de 2007
A Natureza
Rogério Skylab - A Natureza
Um buraco no dente, a vida,
O estômago ronca de fome,
O beijo de uma banguela,
A natureza te chama.
O barraco levado com a chuva,
O bicha, o louca, o santo,
A alegria é a prova dos 9,
A natureza te chama.
O perfume das flôres, o sol,
A praia de Itapoã,
Eu acho que vou ter um câncer na próstata,
A natureza te chama.
O rock, o funk, o samba,
Tudo no meio do caos,
O acaso e o lance de dados,
A natureza te chama.
Manera, Fru-Fru, manera,
Tudo tá tão déjà-vu,
Vontade de dar um tiro nos córneos,
A natureza te chama.
A cabeça crivada de bala,
A flor que brota no mangue,
O negócio é o seguinte, meu chapa:
A natureza te chama.
Um buraco no dente, a vida,
O estômago ronca de fome,
O beijo de uma banguela,
A natureza te chama.
O barraco levado com a chuva,
O bicha, o louca, o santo,
A alegria é a prova dos 9,
A natureza te chama.
O perfume das flôres, o sol,
A praia de Itapoã,
Eu acho que vou ter um câncer na próstata,
A natureza te chama.
O rock, o funk, o samba,
Tudo no meio do caos,
O acaso e o lance de dados,
A natureza te chama.
Manera, Fru-Fru, manera,
Tudo tá tão déjà-vu,
Vontade de dar um tiro nos córneos,
A natureza te chama.
A cabeça crivada de bala,
A flor que brota no mangue,
O negócio é o seguinte, meu chapa:
A natureza te chama.
quinta-feira, 22 de março de 2007
O que poderá acontecer com o mundo?
Devemos nos preocupar não só com o que estamos deixando para nossos filhos e netos, mas também com o que provocaremos para nós mesmos num futuro bem próximo.
- Até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC para até 4ºC.
- O nível dos oceanos vai aumentar de 18 a 59 centímetros até 2.100, o que significa que 200 milhões de pessoas terão de abandonar suas casas.
- As chuvas devem aumentar 20%
- Nos ciclones tropicais, a velocidade do vento e as chuvas serão ainda mais fortes.
- No Brasil, o aquecimento mais intenso ocorrerá no final desde século, nas regiões centro-oeste e no norte, regiões que abrigam a Floresta Amazônica.
- O encolhimento das geleiras ameaçará o suprimento da água para pelo menos 50 milhões de pessoas.
- Ao menos 300 mil pessoas morrerão a cada ano devido a doenças relacionadas com as alterações climáticas.
- As emissões de CO2 passadas e futuras continuarão contribuindo para o aquecimento global por mais de um milênio.
- Onze dos últimos 12 anos foram os mais quentes desde que a temperatura terrestre começou a ser medida, em 1850.
quarta-feira, 21 de março de 2007
As soluções dos problemas
No atual momento de descoberta dos reais e rápidos problemas que o aquecimento global pode causar, é conveniente que todos saibam que há muitos alternativas instantâneas para salvar a Terra. O grande problema é que para cada uma dessas alternativas, há um obstáculo. Vamos a alguns deles:
- Aumento da eficiência dos automóveis. Obstáculo : Grandes e pouco eficientes automóveis viraram moda.
- Diminuição do uso de automóveis. Obstáculo: Falta de bom transporte público e de disposição para deixar o carro em casa.
- Prédios com mais eficiência em iluminação, resfriamento e aquecimento. Obstáculo: Falta de incentivo para investir nessas técnicas.
- Troca de usinas elétricas a carvão por outras a gás natural. Obstáculo : outros indústrias disputam o gás natural.
- Capturar carbono e enterrá-lo em poços profundos. Obstáculo : Técnica pouco testado com alto risco de vazamentos que podem ser catastróficos.
- Energia Nuclear. Obstáculo : Gera muito lixo nuclear, alvo de terroristas.
- Energia Eólica. Obstáculo : Poluição visual.
- Painéis solares. Obstáculo: Energia cara.
- Usar biocombustíveis, como o álcool. Obstáculo : Disputa terra com áreas de reflorestamento e outros tipos de plantações.
- Aumentar a área de florestas. Obstáculo : Disputam terra com as plantações.
terça-feira, 20 de março de 2007
Balada Ecológica

Finalmente empresários focaram seus empreendimentos no público jovem e conseguiram realizar um grande projeto que reune lazer e concientização de problemas ambientais.
Pois é, uma tacada brilhante de um grupo de holandeses, coordenado por Alijd Van Doorn, utilizou o maior veículo de comunicação do jovem, a balada, e criu a primeira Casa noturna auto sustentável do mundo.
Trata-se de uma balada ecologicamente correta. Nela há banheiros que são abastecidos com água da chuva e da condensação do vapor liberado pelo suor das pessoas por meio de um exaustor. Há novidades na decoração do ambiente. As paredes e os sofás reagem com o calor e mudam de cor. Já os banheiros gozam de uma criativa engenhoca, ele são divididos por uma parade de garrafas recicladas.Imagens criadas por VJs, como hidrômetro, preenchem o cenário bastante peculiar do lugar.
Para refrescar o ambiente nada de ar condicionado, a casa dispoem de um sistema de turbinas de vento instalados no teto.
Porém a principal novidade é o sistema de abastecimento de energia elétrica. A pista de dança contém um sistema de molas e geradores capazes de gerar energia elétrica com o movimento das pessoas dançando, que é utilizado em toda dançeteria.
Se você quiser comer ou beber algo, contente-se com alimentos totalmente orgânicos, inclusive aquela tentadora "loirinha gelada".
Esse pioneirismo holandês está ganhando grande repercursão, pois ao mesmo tempo que cumpre com seu papel de empresa, gera concientização entre os jovens.Mas acho que essas ações devem necessariamente procurar parcerias afim de se propagar, pois do contrário não alcançará um total êxito no combate do aquecimento global. Além do que, sabemos que esses investimentos ecológicos estão se tornando altamente lucrativos, mais um atrativo aos países que aderirem .
Para você baladeiro que ficou curioso há um vídeo interessante sobre essa nova balada.Confira!
segunda-feira, 19 de março de 2007
O ano do consenso - Só agora?
Os alertas existem desde os anos 70, mas até há pouco tempo, falar sobre aquecimento global era coisa de gente chata. Um termo mais específico, ecochata. E por que então, só agora em 2007 começamos a nos preocupar?
Agora é fashion falar de aquecimento global (provou a Fashion Week em São Paulo ao escolher como tema a sustentabilidade e mostrar estilistas jurando plantar árvores). Agora, após 30 anos do primeiro alerta. Finalmente sabemos que o culpado é o homem, que o mundo está ficando perigoso e, somente agora, damos as proporções devidas a esse problema: gravíssimo.
O ano de 2007 entrou para a história ambiental como o ano do consenso. O IPCC divulgou seu relatório sobre o clima, a ONU criou seu painel de meteorologistas e por aí vai...
Alguns dizem que você precisaria ser surdo e cego para insistir que nada havia de errado com recordes de temperatura por 5 anos consecutivos. Eu digo que você só precisaria de um óculos escuros. E isso que fizemos (sim, você também) até então: andamos de óculos escuros. Até que um dia – será que foi depois do furacão Katrina devastar Nova Orleans? Depois que a Europa não viu neve no inverno? Ou ao saber que Bush – sim, Bush – se comprometeu pela primeira vez, a reduzir o consumo de combustíveis fósseis? Então começamos a tirar os óculos, a abrir os olhos, a enxergar.
Constatar que o mundo chegou a um acordo é uma ótima notícia – para resolver um problema é preciso antes admiti-lo. Feito! Só que essa é a parte mais fácil. Quando chega a hora de arregaçar as mangas e fazermos alguma coisa, é outra situação. As emissões de carbono continuam crescendo, ano a ano.
Se as propostas contra o aquecimento existem, suas aplicações exigem sacrifícios. E agora então que devemos agir, fazer. Colocar a mão na massa. Eu sei que você levanta as sobrancelhas ao ler esse texto, mas será que você trocaria o seu carro por um bicicleta em direção ao trabalho?
Vale refletir.
Agora é fashion falar de aquecimento global (provou a Fashion Week em São Paulo ao escolher como tema a sustentabilidade e mostrar estilistas jurando plantar árvores). Agora, após 30 anos do primeiro alerta. Finalmente sabemos que o culpado é o homem, que o mundo está ficando perigoso e, somente agora, damos as proporções devidas a esse problema: gravíssimo.
O ano de 2007 entrou para a história ambiental como o ano do consenso. O IPCC divulgou seu relatório sobre o clima, a ONU criou seu painel de meteorologistas e por aí vai...
Alguns dizem que você precisaria ser surdo e cego para insistir que nada havia de errado com recordes de temperatura por 5 anos consecutivos. Eu digo que você só precisaria de um óculos escuros. E isso que fizemos (sim, você também) até então: andamos de óculos escuros. Até que um dia – será que foi depois do furacão Katrina devastar Nova Orleans? Depois que a Europa não viu neve no inverno? Ou ao saber que Bush – sim, Bush – se comprometeu pela primeira vez, a reduzir o consumo de combustíveis fósseis? Então começamos a tirar os óculos, a abrir os olhos, a enxergar.
Constatar que o mundo chegou a um acordo é uma ótima notícia – para resolver um problema é preciso antes admiti-lo. Feito! Só que essa é a parte mais fácil. Quando chega a hora de arregaçar as mangas e fazermos alguma coisa, é outra situação. As emissões de carbono continuam crescendo, ano a ano.
Se as propostas contra o aquecimento existem, suas aplicações exigem sacrifícios. E agora então que devemos agir, fazer. Colocar a mão na massa. Eu sei que você levanta as sobrancelhas ao ler esse texto, mas será que você trocaria o seu carro por um bicicleta em direção ao trabalho?
Vale refletir.
quinta-feira, 15 de março de 2007
Faça sua parte pelo planeta
Você está incomodado com as mudanças repentinas do clima? Está sentindo mais calor do que nunca? Vire e mexe falta água em sua casa? Então saiba que esses são apenas alguns dos reflexos da natureza à interferência agressiva do ser humano. De acordo com um relatório divulgado recentemente pela ONU(Organização das Nações Unidas), o homem é o responsável pelo aquecimento global e conseqüentemente, pelos sinais que o planeta da para pedir socorro.
O relatório sobre as mudanças climáticas chamou a atenção do mundo, porque a ciência comprovou que o impacto da ação do homem é o principal fator para o aquecimento global. Até então, empresas e países, que são grandes responsáveis pela poluição, argumentavam que as transformações e catástrofes ambientais faziam parte do processo de evolução do planeta.
A partir de agora, espera-se que tanto as lideranças mundiais quanto os cidadãos contribuam com o desenvolvimento sustentável, ou seja, utilizem os recursos da natureza de forma inteligente, sem destruí-la.
O relatório sobre as mudanças climáticas chamou a atenção do mundo, porque a ciência comprovou que o impacto da ação do homem é o principal fator para o aquecimento global. Até então, empresas e países, que são grandes responsáveis pela poluição, argumentavam que as transformações e catástrofes ambientais faziam parte do processo de evolução do planeta.
A partir de agora, espera-se que tanto as lideranças mundiais quanto os cidadãos contribuam com o desenvolvimento sustentável, ou seja, utilizem os recursos da natureza de forma inteligente, sem destruí-la.
terça-feira, 13 de março de 2007
Vítima ou Vilã?
Quem já assistiu a filmes de ficção científica, que utilizam como temática o fim do mundo, já se deparou com as características deles. Cenários utópicos (ou não, considerando os acontecimentos) como desertos onde antes existiam matas, são colocados como frutos da negligência do homem ante a natureza. E se por acaso acontecesse isso com a floresta amazônica? Quais problemas isso acarretará?
Pois é segundo estudos do INPE( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a floresta amazônica além de vítma do aquecimento global pode se tornar vilã. Isso poderá ocorrer caso a Amozônia vire uma savana.
O que acontece é que a floresta amazônicá serve como um sistema regulador do Oceano Pacífico, caso sofra um impacto poderá causar um desequilíbrio no sistema climático da região aumentando em até 50% a intensidade do El Niño.Isso porque no Pacífico, próximo ao litoral da América do Sul, o fenômeno El Niño aparece em decorrência do aquecimento anormal de suas águas. Esse aquecimento acontece quando ventos alísios diminuem de intensidade ou mudam de direção deixando de empurrar a água quente que permanece no litoral sul-americano. Assim mais nuvens se formam devido ao calor que sai do mar. Por razões ainda não explicáveis sabe-se que a Amazônia auxilia no controle do calor que chega até a costa sul-americana, influindo na ação dos ventos e com isso definindo a estabilidade do planeta.
Então se nós mantivermos a nossa floresta em pé controlando a pecuária extensiva , bem como queimadas e madereiras ilegais manteremos o clima do planeta também.
Pois é segundo estudos do INPE( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a floresta amazônica além de vítma do aquecimento global pode se tornar vilã. Isso poderá ocorrer caso a Amozônia vire uma savana.
O que acontece é que a floresta amazônicá serve como um sistema regulador do Oceano Pacífico, caso sofra um impacto poderá causar um desequilíbrio no sistema climático da região aumentando em até 50% a intensidade do El Niño.Isso porque no Pacífico, próximo ao litoral da América do Sul, o fenômeno El Niño aparece em decorrência do aquecimento anormal de suas águas. Esse aquecimento acontece quando ventos alísios diminuem de intensidade ou mudam de direção deixando de empurrar a água quente que permanece no litoral sul-americano. Assim mais nuvens se formam devido ao calor que sai do mar. Por razões ainda não explicáveis sabe-se que a Amazônia auxilia no controle do calor que chega até a costa sul-americana, influindo na ação dos ventos e com isso definindo a estabilidade do planeta.
Então se nós mantivermos a nossa floresta em pé controlando a pecuária extensiva , bem como queimadas e madereiras ilegais manteremos o clima do planeta também.
segunda-feira, 12 de março de 2007
Exemplo de cidadania
A primeira edição do prêmio Brasil de meio ambiente ocorreu no inicio do mês passado no Copacabana Palace - RJ.
A iniciativa partiu do Jornal do Brasil, da Gazeta Mercantil e da Revista Forbes Brasil, sob patrocínio da Petrobrás.
Durante o evento, foram premiados pessoas ou projetos que, de alguma forma se destacaram na defesa do meio ambiente.
O objetivo dessa ação e, além de enaltecer iniciativas, mostrar que o crescimento, sem prejudicar o equilíbrio natural, é possível. Expor os projetos que obtiveram sucesso e uma forma de encorajar outras pessoas a seguirem o mesmo caminho.
Seguimos torcendo pra que os expectadores tornem-se agentes principais de ações como tal.
A iniciativa partiu do Jornal do Brasil, da Gazeta Mercantil e da Revista Forbes Brasil, sob patrocínio da Petrobrás.
Durante o evento, foram premiados pessoas ou projetos que, de alguma forma se destacaram na defesa do meio ambiente.
O objetivo dessa ação e, além de enaltecer iniciativas, mostrar que o crescimento, sem prejudicar o equilíbrio natural, é possível. Expor os projetos que obtiveram sucesso e uma forma de encorajar outras pessoas a seguirem o mesmo caminho.
Seguimos torcendo pra que os expectadores tornem-se agentes principais de ações como tal.
domingo, 11 de março de 2007
Parque do Ibirapuera - Natureza Urbana.

A natureza do Parque do Ibirapuera e explendida. Um mar de verde no caos paulista entre predios e arranha-ceus. Aqui vai a historia dele.
A região alagadiça (Ibirapuera significa "lugar onde havia árvore" em tupy. Ibirá - arvore / Puera - Lugar onde havia) que havia sido parte de uma aldeia indígena na época da colonização, era até então uma área de chácaras e pastagens.
Já na década de 1920, o então prefeito da cidade - José Pires do Rio - idealizou a transformação daquela área em um parque semelhante aos existentes na Europa, como o Bois de Boulogne em Paris, o Hyde Park em Londres ou o Central Park em Nova Iorque. O obstáculo representado pelo terreno alagadiço, no entanto, frustrou a idéia, até que um modesto funcionário da prefeitura, Manuel Lopes de Oliveira, conhecido como Manequinho Lopes, apaixonado por plantas, iniciou em 1927 o plantio de centenas de eucaliptos australianos, cujo objetivo era a drenagem do solo e a eliminação do excesso de umidade.
Finalmente, em 1951, o então governador Lucas Nogueira Garcez institui uma comissão mista - composta por representantes dos poderes públicos e da iniciativa privada - para que o Parque do Ibirapuera se tornasse o marco das comemorações do IV Centenário da cidade.
As fontes do parque com o ginásio do Ibirapuera ao fundo
Coube ao arquiteto Oscar Niemeyer a responsabilidade pelo projeto arquitetônico e a Roberto Burle Marx, o projeto paisagístico (embora este nunca tenha sido executado, sendo construído o projeto do engenheiro agrônomo Teixeira Mendes).
Três anos depois, no entanto, o aniversário da cidade, em 25 de Janeiro de 1954, não pode contar com a inauguração do Parque, que só ficaria concluído 7 meses depois. A inauguração em agosto, contou com 640 estandes montados por 13 Estados e 19 países, merecendo destaque a construção, pelo Japão, de uma réplica do Palacio Katura, ainda hoje atração do Parque e conhecida como Pavilhão Japonês.
Desde 1999, a Sabesp - empresa de saneamento paulista, instalou uma estação de flotação, garantindo a qualidade das águas dos lagos que compõem o parque.
quinta-feira, 8 de março de 2007
Angústia dos oceanos
Durante muito tempo, acreditou-se que a vastidão dos oceanos seria capaz de anular as agressões que a ação humana lhes impõe.Vazamentos de óleo e de produtos químicos, por exemplo, ocorrem com freqüência e produzem imagens chocantes. Mas sempre pareceram uma gota de imensidão, de forma que se avaliava que o mar acabaria por anular os efeitos rapidamente. Agora, diante de uma série de fenômenos recentes e inesperados, os biólogos alertam para uma situação muitíssimo mais grave: os oceanos estão doentes e ,em muitos casos, ultrapassou – se a capacidade de auto – regeneração.
Evidentemente, ação do homem é decisiva para a deterioração das águas.Nos atóis do Pacifico e no norte da Europa, observa-se a queda abismal dos cardumes de peixes, dos mamíferos marinhos e dos bancos de corais, enquanto cresce a quantidade algas tóxicas e águas vivas.
Focas e golfinhos morrem aos milhares na costa da Califórnia, fulminados por toxinas que até pouco tempo atrás não existiam na região.
Há várias causas para esses desastres naturais, mas todas têm uma origem em comum: a quantidade cada vez maior de resíduos da atividade humana que vão para os oceanos.
O conteúdo das fossas e tubulações de esgoto doméstico, os desejos industriais, os fertilizantes e as substancias químicas usadas na agricultura e na pecuária,todos esses elementos são ricos em nutrientes básicos,compostos de nitrogênio, carbono,ferro e fósforo, que alteram a composição química dos mares. Eles favorecem a proliferação de algas e bactérias que, em excesso, consomem boa parte do oxigênio da água, sufocam os corais, comprometem a cadeia alimentar dos oceanos , por extensão ,a sobrevivência dos animais.
As emissões de dióxido de carbono(CO2) pela queima de combustíveis fósseis
Também colaboram para a degradação dos mares.Parte dessas emissões vai para a atmosfera e forma o chamado efeito estufa.Outra parte vai parar nos oceanos e torna a água cada vez mais acida.
Para completar, os materiais plásticos lançados como lixo nos mares,que antes apenas enfeavam as praias,hoje são responsáveis pela morte em massa de pássaros que vivem nos litorais.
Evidentemente, ação do homem é decisiva para a deterioração das águas.Nos atóis do Pacifico e no norte da Europa, observa-se a queda abismal dos cardumes de peixes, dos mamíferos marinhos e dos bancos de corais, enquanto cresce a quantidade algas tóxicas e águas vivas.
Focas e golfinhos morrem aos milhares na costa da Califórnia, fulminados por toxinas que até pouco tempo atrás não existiam na região.
Há várias causas para esses desastres naturais, mas todas têm uma origem em comum: a quantidade cada vez maior de resíduos da atividade humana que vão para os oceanos.
O conteúdo das fossas e tubulações de esgoto doméstico, os desejos industriais, os fertilizantes e as substancias químicas usadas na agricultura e na pecuária,todos esses elementos são ricos em nutrientes básicos,compostos de nitrogênio, carbono,ferro e fósforo, que alteram a composição química dos mares. Eles favorecem a proliferação de algas e bactérias que, em excesso, consomem boa parte do oxigênio da água, sufocam os corais, comprometem a cadeia alimentar dos oceanos , por extensão ,a sobrevivência dos animais.
As emissões de dióxido de carbono(CO2) pela queima de combustíveis fósseis
Também colaboram para a degradação dos mares.Parte dessas emissões vai para a atmosfera e forma o chamado efeito estufa.Outra parte vai parar nos oceanos e torna a água cada vez mais acida.
Para completar, os materiais plásticos lançados como lixo nos mares,que antes apenas enfeavam as praias,hoje são responsáveis pela morte em massa de pássaros que vivem nos litorais.
quarta-feira, 7 de março de 2007
Será que acordamos tarde demais?
Um homem deve acordar às 7h para ir ao trabalho às 8h, ele acorda este horário para dar tempo de organizar todas as necessidades que um ser-humano precisa para poder sair de casa. Certo dia ele perdeu a hora e acordou às 8h apesar de o despertador ter tocado diversas vezes, e acelerou o processo até chegar ao objetivo(trabalho), nisso passaram-se muitos minutos. Foi demitido!
Esta situação acontece com a raça humana atualmente, nós perdemos a hora. Há poucas semanas o relatório divulgado pela ONU sobre o aquecimento global, causou um escândalo em toda imprensa mundial que finalmente acordou para o problema. Mas por que só agora começaram a tomar providências úteis como diminuição da emissão de gases que causam o efeito estufa? Por que só agora que os problemas estão aparecendo que a imprensa leva isso mais a sério? Por vezes revistas mais especializadas alertaram as pessoas para o problema, muitos defensores do meio-ambiente também alertaram, mas por que, só agora, eles estão sendo ouvidos?
O porque jamais será respondido, mas o fato é que finalmente (mesmo tendo tocado o despertador antes) acordamos e devemos acelerar o processo para recuperar o tempo perdido, o problema é a sonolência sentida quando se acorda o que deve ser explicado aos países que estão mais preocupados com suas finanças do que a sobrevivência humana.
E agora qual será o destino da humanidade? Será que conseguiremos correr contra o tempo e salvar o planeta de um grande caos daqui 100 anos? Ou será que ao chegarmos lá, seremos demitidos do planeta?
Só o tempo e ação dos grandes comandantes irão dizer...
Esta situação acontece com a raça humana atualmente, nós perdemos a hora. Há poucas semanas o relatório divulgado pela ONU sobre o aquecimento global, causou um escândalo em toda imprensa mundial que finalmente acordou para o problema. Mas por que só agora começaram a tomar providências úteis como diminuição da emissão de gases que causam o efeito estufa? Por que só agora que os problemas estão aparecendo que a imprensa leva isso mais a sério? Por vezes revistas mais especializadas alertaram as pessoas para o problema, muitos defensores do meio-ambiente também alertaram, mas por que, só agora, eles estão sendo ouvidos?
O porque jamais será respondido, mas o fato é que finalmente (mesmo tendo tocado o despertador antes) acordamos e devemos acelerar o processo para recuperar o tempo perdido, o problema é a sonolência sentida quando se acorda o que deve ser explicado aos países que estão mais preocupados com suas finanças do que a sobrevivência humana.
E agora qual será o destino da humanidade? Será que conseguiremos correr contra o tempo e salvar o planeta de um grande caos daqui 100 anos? Ou será que ao chegarmos lá, seremos demitidos do planeta?
Só o tempo e ação dos grandes comandantes irão dizer...
terça-feira, 6 de março de 2007
Reflexo da economia em acordos ambientais
O Brasil é um dos quatro países que mais emitem gases de efeito estufa no planeta.Cerca de 70% de todos esses gases provém do auto índice de desmatamento.
Esses dados noticiados essa semana confirmam a ineficiência da política brasileira que durante esses vinte anos nada fez para reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera. A desculpa utilizada em Estocolmo em 1972, na conferência da ONU, foi a de que não controlariamos a emissão de gases afim de não comprometer o crescimento econômico essencial para reduzir a miséria.
Primeira pergunta que crescimento econômico?. deixemos pra lá.. Mas a segunda, e essa sim de extrema relevância. Reduzimos a níveis consideráveis a miséria?
Ora hoje esse argumento é incomprensível, insustentável diante da gravidade do problema.
Enquanto o Brasil esquece suas obrigações outros assinam tratados, como é o caso dos países da União Européia que finalmente chegaram a um acordo, depois de muitos entraves ao estabelecer metas de controle de poluentes. Claro que a causa de tanta dificuldade está relacionada com o reflexo das tais metas em suas economias.
Na reunião dessa sexta feira ficará decidido o compromisso dos 27 menbros da UE, de cortar a emissão de gases, até 2020, num total de 20% menor que o registrado em 1990.
A verdade é que a economia dos países são colocadas em primeiro plano, uma vez prejudicadas muda-se completamente as cláusulas do tratado e polui-se sem nehuma responsabilidade. Até quando a economia vai comandar as ações de combate ao aquecimento global não sabemos, mas é bom que o jogo inverta e rápido.
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Esses dados noticiados essa semana confirmam a ineficiência da política brasileira que durante esses vinte anos nada fez para reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera. A desculpa utilizada em Estocolmo em 1972, na conferência da ONU, foi a de que não controlariamos a emissão de gases afim de não comprometer o crescimento econômico essencial para reduzir a miséria.
Primeira pergunta que crescimento econômico?. deixemos pra lá.. Mas a segunda, e essa sim de extrema relevância. Reduzimos a níveis consideráveis a miséria?
Ora hoje esse argumento é incomprensível, insustentável diante da gravidade do problema.
Enquanto o Brasil esquece suas obrigações outros assinam tratados, como é o caso dos países da União Européia que finalmente chegaram a um acordo, depois de muitos entraves ao estabelecer metas de controle de poluentes. Claro que a causa de tanta dificuldade está relacionada com o reflexo das tais metas em suas economias.
Na reunião dessa sexta feira ficará decidido o compromisso dos 27 menbros da UE, de cortar a emissão de gases, até 2020, num total de 20% menor que o registrado em 1990.
A verdade é que a economia dos países são colocadas em primeiro plano, uma vez prejudicadas muda-se completamente as cláusulas do tratado e polui-se sem nehuma responsabilidade. Até quando a economia vai comandar as ações de combate ao aquecimento global não sabemos, mas é bom que o jogo inverta e rápido.
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segunda-feira, 5 de março de 2007
Morte anunciada ao planeta
VOCÊ SABIA?
Que até 2100...
- o nível dos oceanos se elevará em até 58 cm?
- cidades como Recife e Fortaleza poderão desaparecer?
- a temperatura na Amazônia aumentará, gradativamente, 8 ºC?
- a floresta amazônica vai virar savana?
- em média 30% da vegetação será exterminada?
No inicio do mês passado, foi divulgado em Paris o Relatório Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Nele foi comprovado, embora todos já soubessem, que o aquecimento global (efeito estufa) não é um ciclo natural, mas sim resultado do progresso humano.
Os gases produzidos com a queima de combustíveis fósseis, de que a humanidade depende, são os grandes responsáveis pelo efeito estufa. Com o aquecimento do planeta, as calotas polares se desgelam, aumentando assim o nível dos oceanos. Muitas cidades litorâneas estão ameaçadas.
O Protocolo de Kyoto, assinado há exatos dez anos, não foi capaz de reduzir a emissão desses gases (dióxido de carbono, óxido nítrico e metano) gerados na queima dos combustíveis (petróleo e carvão).
É URGENTE que seja reduzida a emissão de CO2. Ou os resultados dessa irresponsabilidade do homem irão aparecer muito antes de 2100.
quinta-feira, 1 de março de 2007
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